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Intolerância à Lactose

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Intolerância a Lactose

A lactose é o principal açúcar do leite e produtos lácteos, sendo a sua absorção no organismo dependente da presença de uma enzima presente na mucosa intestinal. A enzima lactase florizina hidrolase, comumente denominada lactase, é responsável pela hidrólise da lactose em glicose e galactose.

A baixa atividade da lactase ou sua ausência resulta em intolerância à lactose, ocasionando sintomas como diarreia, flatulência e dor abdominal em decorrência da ingestão de alimentos contendo alta quantidade de lactose. A ausência completa da enzima pode ocorrer por defeito congênito, em que a criança pode apresentar sintomatologia grave logo após o nascimento. Também pode ser uma deficiência primária, na qual há diminuição natural e progressiva na produção de lactase a partir da adolescência, persistindo no decorrer da vida, sendo a forma mais comum. E ainda pode consistir de uma deficiência secundária em que a produção de lactase é afetada por doenças  intestinais, como diarreias, síndrome do intestino irritável, doença de Crohn ou doença celíaca. Nesses casos, a intolerância pode ser temporária e desaparecer com o controle da doença de base.

Teste Molecular

Estudos demonstram que pacientes com intolerância a este açúcar apresentam variação genética do gene LCT. Indivíduos com os genótipos TT ou CT possuem característica de persistência da lactose. Já indivíduos com genótipo CC apresentam sintomas de intolerância à lactose.

Teste de Desafio – Tolerância à Lactose

O método convencional para o diagnóstico é conhecido como teste de tolerância à lactose. Neste, o paciente realiza a coleta de sangue em jejum e após ingere lactose, sendo realizadas outras três coletas de sangue em tempos subsequentes. São então realizadas determinações da glicemia nestas amostras. Caso os resultados entre a primeira dosagem em jejum e as demais dosagens forem inferiores a 20 – 25 mg/dL, o paciente apresenta forte indício de ser intolerante à lactose. Este exame pode apresentar inconvenientes relacionados à própria doença, tais como enjoo, vômitos ou diarreia, prejudicando o resultado do teste.

Dr. Cláudio Prestes de Oliveira, farmacêutico bioquímico – Responsável Técnico